Os pescados têm se destacado nas últimas décadas nos mercado nacional e internacional, impulsionada pelo apelo do consumo da proteína, que é considera – entre as ofertas de proteína animal -uma das mais saudáveis e recomendadas por nutricionistas do mundo inteiro.

E nunca se consumiu tanto peixe. Conforme relatório da organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), a média de consumo atual é de 17 quilos por pessoa.

De acordo com a FAO, a quantia representa que para 3 bilhões de pessoas os peixes são 15% da dieta média de proteínas de origem animal.

O fenômeno mundial também se repete no Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Psicultura, o brasileiro consome em média 10 quilos de peixe por ano (abaixo da média mundial), porém a procura é crescente.

O Paraná é o maior produtor de peixes no Brasil, com 93,6 mil toneladas. Seguido por Rondônia, com 74,7 toneladas, e São Paulo em terceiro lugar, com 65,4 mil toneladas.

Apesar do bom desempenho, se o Brasil tivesse condições de produzir mais, consumiria mais. Isso porque o que é produzido aqui não atende toda a demanda. E todo os anos são importados cerca de US$ 1,3 milhões em peixes.

Os principais exportadores são Chile, Argentina e China.

Políticas para o setor e intercâmbio com África do Sul

O setor de pescados está no foco da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara Federal. O presidente Fausto Pinato apresentou requerimento que viabiliza convite formal de membros da Comissão de Agricultura, Florestas e Pesca do Parlamento da República da África do Sul para acompanharem os trabalhos de modernização da legislação do setor agropecuário brasileiro.

Pinato preside a Comissão de Agricultura na Câmara Federal

Pinato alegou que é estratégica a aproximação com o país sul-africano.

“Pretendemos estreitar relações com a pasta de mesmo assunto da África do Sul, tendo em vista a parceria entre os países que compõe o grupo econômico formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS)”, observou Pinato, que também preside a Frente Parlamentar do Brics na Câmara Federal.
O presidente reiterou que as duas Comissões têm se preocupado com temas como política agrícola, inspeção agropecuária, saúde animal, instrumentos oficiais de fomento ao crédito, entre outros em comum.

A Comissão de Agricultura também aprovou a criação da Subcomissão Permanente de Pescados para traçar políticas de valorização e suporte para o segmento – focado no crescimento e desenvolvimento da pesca, que gera emprego, renda e inclusão social.

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